Arquivo de 'Chile' Category

Jan
17

MOVIMENTO DAS IMPORTAÇÕES VINÍCOLAS NO BRASIL 2012



CAROS LEITORES, COMO EM OUTROS ANOS REPASSO-LHES ESTES DADOS ENVIADOS PELO AMIGO ADÃO MORELLATTO, ESTUDIOSO DO ASSUNTO.

 
Como de tradição, segue os últimos informes referente ao volume de vinhos importados pelo Brasil em 2012.
 
Contrariando os 4 anos anteriores, em que o mercado de Vinhos Importados crescia a uma média de 13,5% ao ano, em 2012, o resultado foi ínfimo, apresentando apenas 1,59% de crescimento em valor e de apenas 1,01% em volume. A causas deste insignificante crescimento deu-se por 3 motivos bem distintos:
1º.  Movimento dos produtores nacionais em criar barreiras mercadológica’s, criando um ambiente de insegurança e incertezas.
2º.  Aumento cambial com valoração de 37,37% em Dólar e 25,15%  em euro’s;
3º.  Retração no mercado, principalmente no 2º semestre.
 
Para uma interpretação, ao término do ano, sempre utilizamos os dados consolidados dos 3 segmentos mais expressivos: Vinhos Finos, Champagnes e Espumantes, agregados em uma única análise.
 
Como se manifestaram os principais players deste segmento em 2012:
 
1º  –  CHILE – Como já comentado, descrito e informado em anos anteriores, novamente apresenta-se na liderança absoluta neste quesito, surpreendentemente em crescimento, com performance de 9,86% em valor  e de 12,87% em volume, porém abaixo dos 16,29% apresentado em 2011. Contrariando alguns prognósticos negativos de que já tinha atingido seu ápice e que em breve iniciaria uma leve tendência de queda. Sua hegemonia se fortalece na grandes cadeias de supermercados e grandes importadores, que evidenciam, prestigiam  e acreditam em um crescimento na categoria de vinhos com preços de até R$ 25,00 ao consumidor. Seu Market Share é de 31,48% em valor e de 39,72% em volume.
 
2º  –  ARGENTINA – Também mantendo como em anos anteriores a segunda posição, contudo uma ligeira queda de 5,10% em valor e de 13,61% em volume, fato este bem evidenciado no aumento do custo médio 8,73%, mantendo uma distância entre os vinhos chilenos de até 24,11% superior. Também devemos observar que as sérias medidas tomadas pelo Ministerio de Ecomomia y Finanzas Públicas da Argentina, através da Resolución 142/2012, não permitindo que as empresas exportadoras (bodegas) financie suas exportações com prazo máximo de 90 dias, o que obrigou as empresas importadoras brasileiras a antecipar os pagamentos que tinham de até 180 dias, inviabilizando as finanças. Este mercado, movimenta-se por oportunidades e é visível que houve uma transferência de negócios para os vinhos do Chile, que financeiramente são empresas mais sustentáveis e mais estruturadas e independe do governo para suas estratégicas mercantis. Sua participação em 2012, estabeleceu-se em 20,05% em valor e de 20,38% em volume.
 
3º  – FRANÇA – De acordo com o comentado acima, com a consolidação dos 3 segmentos, a França passa a a ocupar esta posição, devida a forte presença de Champagnes, que participa com 46,51% do volume total. Sua performance apresentou um crescimento de 3,33% em valor, considerando que os vinhos franceses tiveram um aumento real de 5,27%. Participa com 14,93% em valor e 5,63% em volume.
 
4º  –  PORTUGAL – Seguindo sua tradição de apresentar sempre um resultado positivo, em 2012 não foi diferente, cresceu apenas 2,26%, atingindo 12,11% em valor e 12,18% em volume, mesmo com uma queda de 8,46% no custo médio dos vinhos.
 
5º  –  ITÁLIA – Mantendo o embate com Portugal já alguns anos, trocando o ranking entre os mesmos, em 2012, obteve o pior desempenho entre os principais exportadores, com queda de -15,643, ainda não tivemos uma análise mais profunda que evidencie esta performance negativa, principalmente no ano em que os Italianos, apostaram fortemente no mercado brasileiro, para escoar sua gigante produção, que está estagnada na Europa e com baixo crescimento nos EUA. Participa com 11,76% de valor e 13,73% em volume.
 
6º  –  ESPANHA – A Furia, segue em disparada, cresceu  16,14% (será que roubaram dos Italianos ??). O certo é que os vinhos espanhóis, que até algum tempo atrás era difíceis de encontrar, indicar, escolher e conhecer, estão dia a dia mais presentes no varejo, e vieram para ficar e não querem ser coadjuvantes. Sua contribuição foi de 5,43% em valor e 4,36% em volume, com preço médio de USD 3,66 por botella.
 
DEMAIS PAÍSES – Participam com apenas 4,24% em valor, com algumas exceções de crescimento da Africa do Sul (41,72%), Uruguai (6,92%) e USA (13,58%), os países da Oceania, tiveram uma queda abrupta: Austrália (-14,09%) e N. Zelândia (-60,42%). Alemanha também apresenta queda de -57,20%.
 
Caso queiram as estatísticas em EXCEL, favor contactarem-me.
 
ANÁLISE MERCADOLÓGICA DE MINHA INTEIRA RESPONSABILIDADE, ESTANDO TOTALMENTE LIVRE PARA PUBLICAÇÃO, DIVULGAÇÃO E APRESENTAÇÃO, ESTANDO PROIBIDO A MUDANÇA OU ALTERAÇÃO DE SEU CONTEÚDO.
  
  
Fonte: MIDC, MAPA, BACEN E SRF.
  
  
Abs
 
 
 

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ADAO AUGUSTO A. MORELLATTO
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Nov
14

Montes Folly 2006 Syrah – Viña Montes – Vale Apalta – Chile



 

 

Produzido pela reconhecida Viña Montes que produz grandes vinhos, este veio do Vale de Apalta na grande região de Colchagua no Chile, de um terroir bastante inclinado e alto, descoberto por seus proprietários e enólogo Aurélio Montes e que decidiu plantar a uva Syrah. Passou 18 meses em carvalhos franceses.

O vinho produzido nesta safra é bastante escuro e alcoólico 15%.

Seus aromas são frutados, com as vermelhas, muito intenso, bastante penetrante e alcoólico.

Na boca está muito bom, mas forte, alcoólico, estruturado, frutado, com leve amargor no percurso final, é longo. É possível que mais alguns anos de garrafa domarão melhor seus alcoóis e taninos.

É um Espadilha caro

Importado pela www.mistral.com.br  mas não está em oferta e não temos seu preço.

No mercado americano e europeu custa cerca de US$ 80; no Brasil seria cerca de 3 a 4 vezes mais.

Sep
6

Os Bordeaux e os Chilenos



 

Nestas últimas semanas pude degustar uma batelada de vinhos que poderei dizer foram suficientes para manter uma opinião clara sobre eles.

Degustei mais de 80 vinhos, chilenos e bordaleses, tintos diferentes, e todos de diferentes marcas.

Numa degustação particular degustamos 41 vinhos tintos de Bordeaux.

Nesta pequena amostra, deste imenso universo que são os vinhos, penso que pude manter a minha opinião sobre estas duas regiões bem distantes e distintas de vinhos, embora com muita semelhança nas uvas utilizadas.

A grande maioria das uvas  usadas no Chile tem predominância de origem bordalesa, isto quer dizer que,  realmente se pode comparar as forças dos vinhos vindos das mesmas uvas, mas com diferentes solos e climas, ou mais especificamente de “terroirs” diferentes.

Caros e baratos, jovens e mais adultos, simples e famosos, todos carregam seu biotipo, (paroxítono que não é errado para muitos autores) e sua hereditariedade inconfundível. Todos, todos, bastante pesados! Recentemente elogiei a melhora dos chilenos, para o lado da leveza, mas estas últimas experiências foram desalentadoras.

Muitos gostam ou até preferem os vinhos intensos, robustos, estruturados, mordíveis, por opinião própria ou por influências jornalísticas das notas americanas recebidas. A estrutura chilena e seus músculos agradam a muitos, eu pessoalmente já gostei mais.

Atualmente prefiro a delicadeza, leveza, e as tendências mais raquíticas dos bordaleses – meu paladar se diverte mais com os equilíbrios leves das frutas e pouca presença dos taninos e madeiras. Mesmos os baratos conseguem a potabilidade sadia da leveza. Deve ser a minha idade que me faz sofrer com altos teores alcoólicos e com as impenetráveis cores extraídas dos super tintos e super robustos. Embora dores de cabeça nunca tenha tido; é o paladar mesmo, é quem sofre e reclama.

Como citei antes não se trata de preços e idades, creio que os produtores deste cone sul, destas regiões, podem interferir aos seus belos prazeres nas finalizações de seus vinhos. Preferem e perseguem estes vinhos quase aguardentes. Não só os bordaleses, mas os vinhos europeus em geral, parecem-me mais leves e delicados que os produtores novomundistas.

 

Jun
14

Marchigüe Cabernet Franc 2004 Private Collection – Vale Colchagua – Chile



 

Para quem não conhece bem a uva Cabernet Franc posso garantir que é uma deliciosa uva que produz excelentes vinhos no sudoeste da França, nas regiões de Bordeaux e também no Vale do Loire e vizinhanças. Em Bordeaux na região de Saint- Émilion, produz com muita distinção e elegância, e com uma participação majoritária e incomum (Cabernet Franc e Merlot) o famosíssimo Château Cheval Blanc.

Foi muito agradável a experiência com este vinho de Marchigüe, da Sub região de Colchagua, no Chile. Em muitas partes do mundo quase sempre esta uva participa dos cortes de vinhos estilo bordalês, mas aqui como varietal desta uva, este vinho apresentou-se com aromas e sabores bastante agradáveis, ricos e diferentes, das clássicas e quase cansativas receitinhas bordalesas. 13% de álcool. Se você gosta de provar sensações diferentes, este é recomendado.

Sua cor era escura, grená?

Aromas frutados delicados, toques elegantes, com tabaco agradável, complexo rico diferente.

Na boca é muito bom, agradável, diferente, leve, redondo, elegante, corpo médio, mas equilibrado e longo, madeira no bom limite.

É um Escopeta.

Obra Prima Importadora  www.obraprimaimportadora.com.br

Rua Santo Antônio – 73 Rebouças – Curitiba/PR – Brasil CEP: 80230-120 Fone: 55 (41) 3085-0030 .

Também no revendedor em São Paulo, com melhores  preços que a importadora para os leitores www.zedovinho.com.br   R$ 99

 Na BR Bebidas, rua Leopoldo Couto de Magalhães, 622 – Itaim Bibi – São Paulo – CEP 04542-010      Tel  011 3071-0777      www.brbebidas.com.br

 

   

 

May
31

Casas del Toqui Pinot Noir 2009 Reserva – Valle Colchagua – Chile



 

 

Não é fácil encontrar um Pinot Noir simples, gostoso e sem defeitos fora da Borgonha, principalmente no Novo Mundo. Nos Estados Unidos e Nova Zelândia sim, mas caros. Como já disse outras vezes, esta é uma uva caprichosa, também conhecida como feminina, e só por isto podemos entender que seja delicada, agradável,  e cheias de vontades que nem sempre os produtores a conseguem atender no seu cultivo e vinificação. O mundo todo fora da Borgonha se esforça para conseguir os bons, característicos e deliciosos vinhos desta esta uva, mas … constantemente sem sucesso. Este vinho foi uma deliciosa surpresa, todos os leitores interessados em conhecer melhor esta uva podem reconhecer neste vinho suas principais características de aromas e sabores, a um ótimo preço.

A bodega produtora está situada no Alto Vale de Cachapoal, no Chile, a 100 km ao sul de Santiago, aoss da Cordilheira dos Andes, conta com 100 hectares de vinhas próprias onde são cultivadas variedades nobres, como Cabernet Sauvignon, Carmènere, Chardonnay, Merlot, Syrah e Pinot Noir. Os vinhedos estão localizados a uma altitude de 600 metros acima do nível do mar, numa região com grande amplitude térmica entre o dia e a noite (aproximadamente 20°C), o que assegura que as diferentes variedades cresçam robustas e sadiamente. Estas condições climáticas excepcionais protegem as vinhas contra doenças, fungos e pragas, esta proteção natural é uma característica freqüente dos vinhedos chilenos. Tanto é que em seus vinhedos, seus pés são chamados “francos”; para quem não sabe são pés da própria uva Pinot Noir, quer dizer, não são enxertados, uma raridade atualmente no mundo!! 

Com bonita cor rubi claro (é a cor dela).

 Com aromas frutados característicos dos jovens pinot, com as frutas vermelhas, morango? é intenso.

Na boca é muito bom, delicado, leve, frutado jovem, frutas vermelhas , taninos gostosos, bom corpo, longo, final, sem defeitos. Esteve melhor depois de cerca de uma hora após abertura da garrafa. Só não sei se terá uma evolução na garrafa como os borgonhas. Quem tiver paciência guarde alguns anos e me conte depois.

É um ZAP no momento.

Importado pela www.bodegas.com.br Tel. 11 5182 2401

Comercializado pelo preço de R$ 45 para os leitores do www.zedovinho.com.br pela

www.brbebidas.com.br na rua Leopoldo Couto de Magalhães, 622 – Itaim Bibi – São Paulo – CEP 04542-010      Tel  011 3071-0777

Nov
16

Clos Apalta 2006 Limited Release – Casa Lapostole – Chile



 

Bebido neste final de semana este delicioso vinho do vale de Colchagua é uma edição limitada, em garrafa magnum deste ano de 2006. Produzido pela Casa Lapostolle é um dos grandes tintos daquele país, com 43% de Carmenère das velhas vinhas de Apalta e ainda 30% de Merlot, 21% Cabernet Sauvignon, 6% Petit Verdot. Amadureceu em carvalho francês por 21 meses.

Tinha cor rubi escuro e, como muitos retintos chilenos 15% em álcool.

Agradáveis aromas com frutas escuras, madeirado que na garrafa recém aberta dá um toque de verniz, é um herbáceo jovem, ainda alcoólico.

Na boca é bastante bom, potente, alcoólico amaciando, equilibrado mas tânico, frutado, longo, com madeira leve, bem posta, mas ainda bem jovem com potencial de contínuo amadurecimento por muitos anos, 10 ou mais?

É um Escopeta já na faixa dos caros.

Seu preço do da safra de 2007 está em 167 US dólares, importado pela Mistral www.mistral.com.br , Rua Rocha 288, São Paulo .Tel. 011 3372-3400 .   

 

Oct
9

Sol de Sol Pinot Noir 2008 Malleco Valle Traiquén – Chile



São sempre difíceis os Pinot Noir fora da Borgonha. É uma uva dita feminina pela textura e delicadeza de seus vinhos, mas também de difícil trato como o sexo referido. Necessita de condições especiais de clima, solo e vinificações para se conseguir uma boa qualidade final. Não sou enólogo nem experto da arte, por isso, só consigo opinar sobre o resultado dos aromas e sabores.

Tinha uma cor rubi clara como os tipicos Pinot Noir do mundo.

Leves aromas agradáveis das cerejas, com um herbáceo embaçando o quadro frutado, pouca nitidez, delicado e pouco intenso.

Na boca é agradável, delicado, corpo médio, frutado pouco marcante.

É um Espadilha, caro

A importadora é a Importadora Zahil – São Paulo – www.zahil.com.br – Tel.       11- 3071 -2900 begin_of_the_skype_highlighting              11- 3071 -2900    –  Preço R$ 124

Jul
1

Caballo Loco 11 – Valdivieso – Curicó – Chile



 

Em Março passado comentamos este  vinho número 9, como dissemos, este vinho é singular, produzido pela Vinã Valdivieso da região de Lontué, no Vale do Curicó, ao sul de Santiago, onde está a maior área de vinhedos do Chile. É uma antiga e conceituada vinícola, a desde 1879, a primeira a produzir os “champenoises” chilenos.

Este vinho é diferente dos outros porque tomou a liberdade de contrapor-se aos clássicos conceitos de safrar seus vinhos. Em sua produção, é o primeiro “assemblage” do Chile produzido  com diferentes uvas finas, de qualidade superior, e com vinhos de diferentes safras. Produz desta forma um vinho teoricamente pronto, ou mais próximo para ser consumido, pois incluem na sua mistura vinhos já maduros, de safra mais velhas. Não tão velhas que corram o risco de não poderem ser guardados mais 5 a 10 anos. Ainda têm um potencial de guarda.

Como segredinho da casa, não mencionam em suas divulgações, as  composições percentuais, mas as uvas são ( Malbec, Cabernet Franc, Merlot e Cabernet Sauvignon) e nem das safras. Todos anos são identificados por números, estão atualmente no mercado com o número 11, ou seja o primeiro, o número 1, foi comercializado há 11 anos.

Este tinto rubi com bordas claras apresentou-se com aromas agradáveis e frutados, com cerejas, mas esta garrafa com madeira quase intensa, um pouco herbáceo.

 Seus sabores na boca mostraram-se bons, frutado, madeirado, bom corpo, redondo,  taninos presentes, mas redondos, mínimo amargor, sem o final brilhante de outros anos como o números 3, 5 e 7.

Para este ano fica como um Espadilha.

Importado por: www.bruck.com.br  Bruck Imp. Exp e Com Ltda. Rua Paula Souza 216 – Tel. 11 3329-3400

A BR Bebidas Importadas, www.brbebidas.com.br  na rua Leopoldo Couto de Magalhães, 622 – Itaim Bibi – São Paulo – CEP 04542-010      Tel. 011 3071-0777 já tem o número 11,  por R$ 250.

Jun
28

Haras de Pirque 2004 Cabernet Sauvignon Elegance – Alto Maipo – Chile



 

 

Já que hoje teremos o embate futebolístico com o Chile, lembrei-me de comentar o vinho bebido na sexta passada na nossa confraria.

Este mesmo vinho bebido por mim em outubro de 2008, ou seja, há dois anos, quando sua fama estava no auge, pois este vinho ganhou uma degustação entre muitos jornalistas que escrevem para o guia chileno Descorchados, tendo sido considerado o melhor Cabernet Sauvignon do ano de 2004 de todo o Chile.

Na realidade eu gostei muito do vinho naquele ano. Anotações minhas da época, pois eu trabalhava na Terroir que era a importadora deste vinho foi a seguinte:

Cor: Rubi escuro

Aromas: boas frutas, leve componente herbáceo, delicado, fino e elegante.

Boca: muito boa fruta, leve, elegante com leve herbáceo

 

Minhas anotações de sexta passada:

 

Cor: rubi escuro

Aromas: Intenso, fino, elegante, frutas muito leves, encoberto pelo madeirado um pouco intenso demais, com baunilha, quase coco,.

Boca: bom , macio , elegante, mas com intensa madeira, longo com pouca fruta.

 

Na minha avaliação um Escopeta há 2 anos perdendo o brilho e se tornando um Espadilha.

 

Creio que estas anotações nos faz conferir os comentaristas ingleses que apreciam o bom corpo dos vinhos chilenos, mas sua evolução não caminhou para a elegância e fineza.

Mesmo que atualmente comece a mudar, os chilenos têm ainda uma evolução rápida, após 5 a 6 anos já começam a perder o brilho  e elegância comparados com os vinhos de Bordeaux.

Esta não é uma sentença definitiva para os chilenos, mas um tema de estudos para os amantes do vinho, fazer esta avaliação comparativa da evolução dos vinhos do novo e velho mundo. Foi curiosa esta evolução para as madeira mesmo já estando engarrafados, o que nos faz admitir o efeito inicial da madeira sobre os vinhos, mesmo depois de engarrafados.

É claro que as exceções existem.

 

Importado pela Winebrands Brasil www.winebrands.com.br

Rua Helena 275 cj 32 – São Paulo – Tel 011 3016 3465

May
31

Ninquén 2006 – Mont Gras – Colchagua – Chile



 

 

Também degustado em nossa confraria, este vinho foi produzido nas montanhas chilenas de Colchagua, com 65% de uvas Syrah e 35% de Cabernet Sauvignon, confirma mais uma vez a nova tendência chilena de produzir vinhos mais delicados, embora este bem estruturado, com 14,8% de álcool, embora com 21 meses de barricas, foram atenuadas por serem a maioria de carvalhos franceses e parte de segundo ano de uso, com somente 20% de americanas, confirmam a minha impressão de que não cobrem os sabores das uvas nos vinhos.

 

Cor   rubi claro, sem bordas de envelhecimento.

 

Aromas das frutas super maduras, leve herbáceo e com torrefação, intenso e longo.

 

Na boca predominando os taninos, mas macios, encorpado, estruturado e  madeirado sem excesso.

 

Um Espadilha. Bom

 

 Preço em torno de R$ 90.

Importado pela Bruck Imp. Exp. e Com. Ltda. Rua Paula Souza 216 cep 01027-000 São Paulo SP Tel. 11 – 3329 3400  – http://www.bruck.com.br/home.htm

Tente também na BR Bebidas – na rua Leopoldo Couto de Magalhães, 622 – Itaim Bibi – São Paulo – CEP 04542-010      Tel                011 3071-0777  , email: contato@brbebidas.com.br –  www.brbebidas.com.br    

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