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Jan
12

O vinho e a saúde



 

Ano novo, vida nova. Vamos consertar nossos defeitinhos; se você não fazia esportes, novo ano seria uma boa oportunidade para começar. Se estiver gordinho entre num regime leve, se alem disso tem uma dorzinha nas costas, entre no site de coluna do Zé do vinho, leia os conselhos e faça os exercícios, ele também é especialista nisso: www.colunavertebral.kit.net

O grande médico bacteriologista, Louis Pasteur já afirmava por volta de 1750 que o vinho era a bebida mais sadia que existia. O vinho pode e deve ser considerado como um grande alimento.  Essencial para uma grande parte da população européia que, devido ao clima frio, o consome em certa quantidade, no seu dia a dia, como elemento gerador de energia para o seu trabalho braçal no campo e na cidade. Não é só pelo prazer, mas também por uma necessidade de produzir calorias fáceis e rápidas para seu trabalho diário.

Um grama de álcool, produz 7 calorias. Sendo essa oxidação completa; pode-se consumir este álcool com total aproveitamento das calorias, e sem o menor vestígio de ser evidenciado nas secreções de uma pessoa. Isto por ser tão bom, fácil e completo o seu metabolismo no homem. Nestas quantidades não dão nem mesmo a sensação ebriante. Isto representa, para um trabalhador ativo, de 75 quilos, a possibilidade de consumir 1 garrafa de vinho (750 ml e igual a 525 calorias), dividida em pequeninas porções durante  as 24 horas de um dia, sem nenhum efeito danoso, e que preencheria cerca de 17%, das suas necessidades calóricas diárias.

No vinho um grande número de outras substâncias nutritivas como as vitaminas A, B e C. Notando-se que a B encontra-se em quantidade somente 1/3 menor que a existente no leite fresco. Alem dos açúcares de muito fácil digestão, ainda encontramos os minerais essenciais: Cálcio Fósforo, Magnésio, Sódio, Potássio, Cloro, Ferro, Cobre, Manganês, Zinco e Iodo.

Em doses pequenas o álcool e outras substâncias desconhecidas do vinho, funcionam como um desinfetante interno. Quando ingerido, impedem ou diminuem a proliferação de bactérias patogênicas.

Mesmo diluído tem um efeito desinfetante, já tendo sido usado em tempos antigos como despoluidores da água que se bebia. Deste modo age sobre os micro-organismos patogênicos que possam existir nas verduras e nos frutos do mar, que se consomem geralmente crus.

O vinho em pequenas doses, estimula o apetite, agindo sobre as papilas olfativas e gustativas. Através dos alcoóis diluídos, dos ácidos e da vitamina B2, estimulam a produção salivar e a dos sucos digestivos.

Em doses altas, que nós médicos condenamos o uso, álcool provocam uma parada das saudáveis secreções digestivas.

Apresenta ainda outras funções genéricas como: diuréticas, os vinhos tintos teriam substâncias vaso-dilatadoras coronarianas, protetoras das artérias, bloqueador de fatores que desencadeariam o enfarto, diminuiriam a produção do mau colesterol (LDL). Ação protetora das hemorragias capilares, por efeito de seus polifenóis, isto é de seus taninos.  Anti-anêmico, pelo conteúdo em Ferro.

Alguns estudos mostram que em doses leves diminuem os riscos de alguns tipos de cânceres e têm algumas funções antivirais.

Esta é recente, vem da Toscana terra de grandes vinhos, da Universidade de Florença, da Departamento de Urologia e Saúde Pública; o consumo leve a moderado, cerca de duas taças de vinhos diárias, melhora a função sexual feminina; para as mulheres mais velhas pode inibir um pouco.

Finalmente, o seu sedutor efeito euforizante é bom para qualquer espírito. Mas…, beba com moderação, o consumo exagerado de álcool traz grandes problemas de saúde, vá devagar, sempre em doses pequenas, parceladas, aproveite e viva mais.

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